quinta-feira, 16 de março de 2017

Como resolver conflitos e acabar com a fofoca na igreja



Reagir com fofoca e maledicência não é uma atitude cristã, traz condenação e só aumenta a gravidade dos problemas.
“… não deem ao adversário ocasião favorável de maledicência” (1Tm 5.14).
“Sejam todos prontos para ouvir, tardios para falar e tardios para irar-se… Se alguém se considera religioso, mas não refreia a sua língua, engana-se a si mesmo. Sua religião não tem valor algum!.” (Tg 1.19 e 26). 
Jesus advertiu: “Mas eu lhes digo que, no dia do juízo, os homens haverão de dar conta de toda palavra inútil que tiverem falado. Pois por suas palavras você será absolvido, e por suas palavras será condenado". (Mt 12:36,37).

Vejamos as orientações de Nosso Senhor Jesus Cristo ao cristão que se sentir ofendido:

"Se o seu irmão pecar contra você, vá e, a sós com ele, mostre-lhe o erro. Se ele o ouvir, você ganhou seu irmão. Mas se ele não o ouvir, leve consigo mais um ou dois outros, de modo que ‘qualquer acusação seja confirmada pelo depoimento de duas ou três testemunhas’. Se ele se recusar a ouvi-los, conte à igreja; e se ele se recusar a ouvir também a igreja, trate-o como pagão ou publicano.” (Mt 18:15-17).

Destacam-se aí 3 princípios para a resolução de conflitos. Em primeiro lugar, o cristão que foi ofendido por alguém, não deve falar mal do ofensor e nem ficar esperando que este venha até ele para pedir desculpas, (1) mas deve, o mais rápido possível, tomar a iniciativa de procurar o ofensor para (2) uma conversa pessoal a respeito do assunto. (3) Se não houver reconciliação, deve tentar mais uma vez, só que, agora, na companhia de um mediador neutro, alguém que conte com o respeito por ambas as partes envolvidas no conflito, e se, mesmo assim, não houver conserto, o assunto deve ser levado à Igreja para abertura de um processo disciplinar contra o ofensor impenitente.

Resumindo, o cristão ofendido não deve sair falando mal do ofensor, antes, deve tomar a atitude de buscar diálogo com ele:

  1. O mais rápido possível
  2. Com o menor número de pessoas possível
  3. A partir da menor instância possível


Falar um com o outro em vez de falar um sobre o outro, é o melhor jeito de resolver conflitos.

“Põe guarda, Senhor, à minha boca;
vigia a porta dos meus lábios.” 
(Sl 141.3).

Bispo Ildo Mello

terça-feira, 14 de março de 2017

Dízimos e Ofertas

Introdução


Pretendo apresentar neste breve estudo uma visão bíblica e equilibrada sobre esta questão que é tão controvertida, mesmo dentro do círculo evangélico. Veremos que a prática do dízimo é anterior a Lei Mosaica e que, mesmo nos dias do Novo Testamento, o próprio Senhor Jesus disse que o ato de dizimar não deveria ser omitido por seus seguidores. De modo, que o dízimo segue sendo um princípio sábio, justo e norteador para as contribuições dos fiéis para o sustento da Igreja de Cristo. Depois, estudaremos um pouco sobre o propósito dos dízimos e ofertas e também sobre como ofertar e quais devem ser as motivações.

Dízimo antes da Lei

  • Abraão deu dízimo dos seus bens a Melquisedeque: (Gn 14:17-20)
  • Jacó fez voto de dar dízimo de tudo. (Gn 28:20-22)

Dízimo no Período da Lei do AT

  • Era um mandamento, pois o dízimo é santo ao SENHOR (Lv 27:30-33) 
  • O dízimo foi instituído para ser o sustento da Obra de Deus (Nm 18:21-24 e 31; Ne 12:44; Ml 3:8-12).

Dízimo no Novo Testamento

  • Jesus ensina que a prática de dar o dízimo não deve ser omitida: "Mas ai de vós, fariseus! Porque dais o dízimo da hortelã, da arruda e de todas as hortaliças e desprezais a justiça e o amor de Deus; devíeis, porém, fazer estas coisas, sem omitir aquelas."(Lc 11.42). 
  • Jesus também disse: “Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino dos céus.” (Mt 5:20)
  • O cristão não está debaixo da lei, mas não deve fazer uso da liberdade cristã para dar ocasião à carne (Gl 5:13). No caso, não se deve usar a liberdade cristã como pretexto para dar menos que o dízimo.  Pois a graça de Deus em nós deve nos levar ao amor que nos fará exceder em muito a justiça de um fariseu que se contentava em cumprir o mínimo exigido pela lei.


Dois extremos opostos perigosos na abordagem desta questão são:

  1. O legalismo, que ensina que o cristão ainda está debaixo da lei Mosaica; e
  2. O extremo de se pensar que o cristão está sem nenhuma lei e que pode fazer o que bem entender.
Paulo, nos primeiros versículos de Romanos 8, ensina que a lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus, nos livrou da lei do pecado e da morte. Ou seja, não estamos mais sujeitos a lei do AT, mas devemos ser guiados pelo Espírito Santo. 

Não estar debaixo da lei não significa estar contra os preceitos da lei. Pois os mandamentos de Deus são santos, puros e bons (Rm 7.12).  Apenas não servem como caminho de salvação, pois o ser humano é  incapaz de cumpri-los totalmente (Rm 7.14). A lei não serve para conduzir o homem a Deus, mas para revelar o quanto o homem está distante de Deus (7.13). É neste sentido que Paulo diz que a lei serviu de aio, ama seca ou tutor ao Evangelho (Gl 3.24),  Portanto, Paulo não é contra a lei de Deus, mas é contra o sistema que usa a lei como um caminho para o céu. Paulo não é contra as boas obras, mas contra a idéia de que o homem pode ser salvo através das obras. A questão mais uma vez não reside nas obras em si, mas no lugar delas. Paulo ensina que o cristão é salvo pela  graça para as boas obras (Ef 2.8-10). 

Jesus e seus apóstolos esperavam que os cristãos, que estão debaixo da graça, viessem a superar em justiça e boas obras aqueles religiosos que estão debaixo da lei, com a diferença de que, como cristãos, não fazemos isto para sermos salvos, mas porque já fomos salvos; não para alcançarmos a Deus, mas porque fomos alcançados por Ele; não para chegarmos ao céu, mas porque o céu desceu a nós, e assim por diante. Nós o amamos, porque Ele primeiramente foi quem nos amou (1Jo 4.19). Cheios do Espírito Santo, com o amor de Deus no coração (Rm 5.5), o cristão acaba cumprindo a lei, pois o cumprimento da lei se dá através do amor (Rm 13.10). Aquilo que era impossível acontecer através da carne, ou seja, da pura vontade humana, agora se torna possível através da lei do Espírito e da Vida, que possibilita ao homem um andar não segundo a carne e suas paixões, mas conforme o Espírito. As boas obras dos cristãos são frutos do Espírito Santo!

Tudo isto para dizer que o cristão não está debaixo da lei, mas sim debaixo do amor de Deus. Por causa deste amor de Deus por nós e em nós é que somos capazes de amá-lo sobre todas as coisas e de amar ao nosso próximo como a nós mesmos. Neste amor e graça, cheios do Espírito Santo, buscamos agradar a Deus em tudo. "É por isso que também nos esforçamos, quer presentes, quer ausentes, para lhe sermos agradáveis." (2Co 5.9). "Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama..." (Jo 14.21). "Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; assim como também eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e no seu amor permaneço." (Jo 15.10). 

Aplicando isto a questão dos dízimos e ofertas, entendemos que o cristão não está debaixo da lei do dízimo assim como não está debaixo de nenhum outro mandamento do Antigo Testamento como caminho para sua salvação. No entanto, o preceito do dízimo também é santo, puro e bom, assim como os mandamentos de não matar, não roubar e de honrar pai e mãe. Veja que o princípio elementar do dízimo é justo, pois faz com que cada um contribua de maneira proporcional com o que ganha. Contribuir de maneira proporcional ao seu ganho é um princípio reafirmado no Novo Testamento (1Co 16.2). Faço questão de ressaltar o fato deste princípio ser reafirmado no Novo Testamento, assim como também de destacar a frase de Jesus que diz que não devemos omitir a prática de dizimar, lembrando que nós devemos ensinar a guardar tudo o que Jesus nos ordenou (Mt 28.19).

Portanto, os mandamentos e ensinos do Antigo Testamento que foram reafirmados por Jesus e seus Apóstolos devem ser obedecidos pelos cristãos. Digo isto, pois existem ensinos no Antigo Testamento que tiveram razão de ser um dia e que valeram apenas para um determinado contexto histórico, mas que, hoje, estão ultrapassados, como por exemplo: os sacrifícios de cordeiros para expiação de pecados, que foram superados pelo advento do “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo 1.29). No Novo Testamento, aprendemos a respeito de muitos conceitos e ensinos do Antigo Testamento que serviram como figuras de uma realidade que era ainda vindoura para eles, mas que já tiveram cumprimento e fim em Cristo e Sua Igreja (Co 2.17, Hb 10.1). O Fim da lei é Cristo e agora estamos debaixo de um Novo Testamento, que, como vemos em Mateus 18.19, tem seus próprios mandamentos (ver também Jo 14.21). Devemos fazer uma leitura do Antigo Testamento à luz do advento de Cristo. Sendo assim, os ensinos do Antigo Testamento que foram reafirmados pelo Novo, continuam valendo para nós os cristãos. 

O Novo Testamento está cheio de mandamentos. Mas o cristão não se relaciona com estes mandamentos do mesmo modo como os judeus faziam ou fazem com os mandamentos do Antigo Testamento, pois é na esfera da graça e da salvação por meio da fé que o cristão encontra estimulo para, espontaneamente, seguir e obedecer a seu Amado Senhor com alegria.

O que vemos no Novo Testamento é que os cristãos costumavam contribuir com valores muito acima do dízimo (2Co 8:1-5). Agora, usar da liberdade cristã para dar menos que o dízimo é algo suspeito e também estranho ao espírito de generosidade que perpassa as páginas do Novo Testamento. Jesus disse que não devíamos omitir a prática do dízimo (Mt 23:23) e também disse que devíamos superar os legalistas no quesito justiça (Mt 5:20). Devemos tomar cuidado com a avareza e com o apego e o amor ao dinheiro. Vamos obedecer ao Senhor com alegria.


Como devemos ofertar


Devemos ofertar de maneira discreta 

  • "para que a tua esmola fique em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará” (Mt 6:4). 


Devemos ofertar com alegria

  • O povo se alegrou com tudo o que se fez voluntariamente; porque de coração íntegro deram eles liberalmente ao SENHOR; também o rei Davi se alegrou com grande júbilo." (1Cr 29.9). 
  • "Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria." (2Co 9.7). 
  • "porque, no meio de muita prova de tribulação, manifestaram abundância de alegria, e a profunda pobreza deles superabundou em grande riqueza da sua generosidade. 3 Porque eles, testemunho eu, na medida de suas posses e mesmo acima delas, se mostraram voluntários, 4 pedindo-nos, com muitos rogos, a graça de participarem da assistência aos santos.a 5 E não somente fizeram como nós esperávamos, mas também deram-se a si mesmos primeiro ao Senhor, depois a nós, pela vontade de Deus;" (2Co 8.2–5). 


Devemos ofertar com gratidão

  • "Que darei ao SENHOR por todos os seus benefícios para comigo?" (Sl 116.12). 
  • "Agora, pois, ó nosso Deus, graças te damos e louvamos o teu glorioso nome. 14 Porque quem sou eu, e quem é o meu povo para que pudéssemos dar voluntariamente estas coisas? Porque tudo vem de ti, e das tuas mãos to damos. 15 Porque somos estranhos diante de ti e peregrinos como todos os nossos pais; como a sombra são os nossos dias sobre a terra, e não temos permanência. 16 SENHOR, nosso Deus, toda esta abundância que preparamos para te edificar uma casa ao teu santo nome vem da tua mão e é toda tua."  (1Cr 29.13–16). 


Devemos ofertar de modo sacrificial

  • "E, chamando os seus discípulos, disse-lhes: Em verdade vos digo que esta viúva pobre depositou no gazofilácio mais do que o fizeram todos os ofertantes. 44 Porque todos eles ofertaram do que lhes sobrava; ela, porém, da sua pobreza deu tudo quanto possuía, todo o seu sustento." (Mc 12.43–44). 
  • "Também, irmãos, vos fazemos conhecer a graça de Deus concedida às igrejas da Macedônia;  porque, no meio de muita prova de tribulação, manifestaram abundância de alegria, e a profunda pobreza deles superabundou em grande riqueza da sua generosidade. Porque eles, testemunho eu, na medida de suas posses e mesmo acima delas, se mostraram voluntários, 4 pedindo-nos, com muitos rogos, a graça de participarem da assistência aos santos." (2Co 8.1–4). 
  • "E eis que uma mulher da cidade, pecadora, sabendo que ele estava à mesa na casa do fariseu, levou um vaso de alabastro com unguento; 38 e, estando por detrás, aos seus pés, chorando, regava-os com suas lágrimas e os enxugava com os próprios cabelos; e beijava-lhe os pés e os ungia com o unguento". (Lc 7.37–38). 
  • "pois conheceis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, se fez pobre por amor de vós, para que, pela sua pobreza, vos tornásseis ricos." (2Co 8.9). 
  • "Tornou o rei Davi a Ornã: Não; antes, pelo seu inteiro valor a quero comprar; porque não tomarei o que é teu para o SENHOR, nem oferecerei holocausto que não me custe nada." (1Cr 21.24). 

Devemos ofertar com amor

  • Como sinal do nosso amor a Deus sobre todas as coisas. 
  • Um sinal de devoção a Deus e de desprendimento e desapego aos bens materiais. O amor ao dinheiro é a raiz de todos os males (1 Tm 6.10). Mamom é o deus mais adorado do mundo. Não podeis servir a dois senhores (Mt 6.24).
  • O amor e lealdade à Igreja e sua missão: "E ainda, porque amo a casa de meu Deus, o ouro e a prata particulares que tenho dou para a casa de meu Deus, afora tudo quanto preparei para o santuário". (1Cr 29.3). 
  • Contribuindo com amor às pessoas que estão no mundo e precisam ser alcançadas pelo Evangelho.

Devemos ofertar como um ato de fé na providência e na recompensa de Deus

  • Jesus motiva seus discípulos dizendo que há recompensa para o ato de dar “dai, e dar-se-vos-á; boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos darão; porque com a medida com que tiverdes medido vos medirão também” (Lc 6:38). 
  • Pois Jesus orienta que nossa generosidade deva ser secreta, buscando a recompensa divina e não a humana: “para que a tua esmola fique em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará” (Mt 6:4). 
  • Devemos buscar o Reino de Deus em primeiro lugar (Mt 6.33). Por esta razão, Jesus também nos encoraja a não acumularmos tesouros na terra, mas a buscarmos juntar tesouros nos céus (Mt 6:20). 
  • Dorcas foi abençoada por sua generosidade: “Havia em Jope uma discípula por nome Tabita, nome este que, traduzido, quer dizer Dorcas; era ela notável pelas boas obras e esmolas que fazia” (Atos 9:36). 
  • O capítulo que trata da conversão de Cornélio registra por 3 vezes que ele era caridoso e o texto ainda diz que tais esmolas subiram para memória diante de Deus o que ajuda em parte a explicar a visita do anjo: “piedoso e temente a Deus com toda a sua casa e que fazia muitas esmolas ao povo e, de contínuo, orava a Deus” (Atos 10:2); “Cornélio! Este, fixando nele os olhos e possuído de temor, perguntou: Que é, Senhor? E o anjo lhe disse: As tuas orações e as tuas esmolas subiram para memória diante de Deus” (At 10:4); “e disse: Cornélio, a tua oração foi ouvida, e as tuas esmolas, lembradas na presença de Deus” (At 10:31). 
  • Repare na ordem de Paulo a Timóteo: “Exorta aos ricos do presente século que não sejam orgulhosos, nem depositem a sua esperança na instabilidade da riqueza, mas em Deus, que tudo nos proporciona ricamente para nosso aprazimento; que pratiquem o bem, sejam ricos de boas obras, generosos em dar e prontos a repartir; que acumulem para si mesmos tesouros, sólido fundamento para o futuro, a fim de se apoderarem da verdadeira vida” (1Tm 6.17-19). 
  • "E isto afirmo: aquele que semeia pouco pouco também ceifará; e o que semeia com fartura com abundância também ceifará. Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria. 8 Deus pode fazer-vos abundar em toda graça, a fim de que, tendo sempre, em tudo, ampla suficiência, superabundeis em toda boa obra, como está escrito: Distribuiu, deu aos pobres, a sua justiça permanece para sempre. Ora, aquele que dá semente ao que semeia e pão para alimento também suprirá e aumentará a vossa sementeira e multiplicará os frutos da vossa justiça,  enriquecendo-vos, em tudo, para toda generosidade, a qual faz que, por nosso intermédio, sejam tributadas graças a Deus. Porque o serviço desta assistência não só supre a necessidade dos santos, mas também redunda em muitas graças a Deus," (2Co 9.6–12). 
  • "Vendei os vossos bens e dai esmola; fazei para vós outros bolsas que não desgastem, tesouro inextinguível nos céus, onde não chega o ladrão, nem a traça consome, 34 porque, onde está o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração." (Lc 12.33–34). 


Devemos ofertar de maneira voluntária

  • "Porque eles, testemunho eu, na medida de suas posses e mesmo acima delas, se mostraram voluntários" (2Co 8.3). 
  • "Quem, pois, está disposto, hoje, a trazer ofertas liberalmente ao SENHOR?" (1Cr 29.5). 
  • “12 Riquezas e glória vêm de ti, tu dominas sobre tudo, na tua mão há força e poder; contigo está o engrandecer e a tudo dar força. 14 Porque quem sou eu, e quem é o meu povo para que pudéssemos dar voluntariamente estas coisas? Porque tudo vem de ti, e das tuas mãos to damos. 16 SENHOR, nosso Deus, toda esta abundância que preparamos para te edificar uma casa ao teu santo nome vem da tua mão e é toda tua. 17 Bem sei, meu Deus, que tu provas os corações e que da sinceridade te agradas; eu também, na sinceridade de meu coração, dei voluntariamente todas estas coisas; acabo de ver com alegria que o teu povo, que se acha aqui, te faz ofertas voluntariamente." (1Cr 29.12–17). 

José Ildo Swartele de Mello